A idéia de uma média móvel é muito simples mesmo.

Você pega os preços de fechamento da ação da bolsa de valores a ser operada e aí, soma uns 10 dias diferentes e divide o resultado por 10.

Cada preço novo você exclui o mais velho e inclui o mais novo.

Dessa maneira uma linha será formada no meio do gráfico.

Ok, essa é uma das ferramentas mais velhas da análise técnica e é usada por todos os tipos de investidores em todas as partes do mundo, mas porque alguém vai querer usar algo assim?

Um investidor padrão, que mal olha para os gráficos, definitivamente não tem muito a ganhar com as médias móveis. O que ele pode fazer é jogar uma média móvel de 200 períodos com o objetivo de procurar mudanças de ciclos no longo prazo da bolsa de valores.

Essa média móvel de 200 períodos é utilizada até por grandes traders como o Paul Tudo Jones.

Infelizmente ela não é tão útil assim, afinal, foi apenas um exemplo. E nenhuma média móvel sozinha irá ajudar muito.

Mas quando você une duas médias móveis de períodos diferentes no mesmo gráfico, você acaba com um grande indicador que te diz exatamente quando comprar ou quando vender uma ação.

Funciona assim:

Se você tiver uma média móvel de 20 períodos e uma de 30 períodos, quando a mais curta cruzar a mais longa para cima, você terá o sinal que diz:

“Agora é a melhor hora para comprar essa ação!”

E quando a média curta cruza a mais longa pra baixo, o investidor recebe o sinal oposto. Ou seja, “É hora de vender!”

Como falei, os investidores de longo prazo que nem olham para os gráficos irão tirar pouco proveito das médias móveis. Mas traders (que são investidores de curto prazo que usam métodos técnicos para investir) podem fazer um grande proveito das médias móveis.

Com elas você sabe quando comprar ou vender, o que é importante.

E mesmo com outra maneira de definir esses pontos, ainda é possível que você use as médias móveis (de períodos ainda maiores) para detectar mudanças nas tendências de médio prazo.

Por isso você deve usar as médias móveis, para saber quando comprar ou vender ou então, apenas para saber como vai a saúde dos mercados.



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3 Comments

  1. Arthur 22 de março de 2014 at 1:39

    Pelo gráfico que eu faço minhas análises, encontramos os tipos de médias móveis: adaptativa, triangular, exponencial, simples, ponderada, ponderada pelo volume, máx e min, tripla e envelopes. Depois de escolhermos os tipos ainda temos que regulá-las com período, offset, peso e por aí vai… Gostaria que pudesse me ajudar a entender tudo isso, ou me indicar algum material adequado.

    Forte abraço!

    Reply
    1. Fabio 13 de julho de 2014 at 23:26

      Acho que ele não responde mais nesse blog T.T

      Reply
      1. Hugo Teixeira 17 de julho de 2014 at 16:07

        Respondo sim, nesse caso é que eu não conheço nenhuma “Bíblia das Médias Móveis” então fiquei sem o que responder. 😛

        Reply

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